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Notícias

 

 

 

Análise do processo crime que levou a tribunal artistas de teatro

 

Os sobrinhos do chefe da odiosa e criminosa polícia política de Salazar e Caetano organizaram um caso judicial acusando de crime artistas de teatro que levaram à cena uma história sobre a vida da filha do conhecido chefe dessa polícia, Silva Pais.

O extraordinário do caso é o facto de ser possível no regime político que denunciou os crimes dessa polícia política um tribunal organizar um julgamento contra quem utiliza essa denúncia de regime como facto estabelecido e reconhecido, admitindo poder haver crime contra a memória do chefe dos criminosos por lhe ser imputado um dos crimes da polícia. Leia comentário de José Preto, em Global Voices.


Relatório da DGSP sobre uso ilegal da taser pelo GISP

Na prisão de Paços de Ferreira, a pretexto de um comportamento de um preso difícil de contrariar ou impedir, os serviços prisionais decidiram experimentar a arma eléctrica taser como forma de modificar o seu comportamento. Durante a discussão pública do caso não se soube quem deu a ordem (o relatório diz que foi o director geral dos serviços prisionais, embora nunca o designe), sempre se disse que tinha sido um disparo (de facto foram sete disparos, embora o relatório duvide disso). O recluso queixou-se desses disparos (sem ter conhecimento dos registos da arma) e de ter sido espancado (assunto que o relatório omite). O inspector constata que vários elementos do Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais mentiram ao testemunhar, notas que não faz relativamente ao preso. Esforça-se por dar argumentos para evitar decisões punitivas, sobretudo a nível disciplinar, argumentando que cabe a quem deu a ordem (cujo teor concreto não é investigado ou sequer vislumbrado) punir agora quem cumpriu essa ordem. O que nos remete para a eventual responsabilidade criminal do próprio mandante, cujos contornos, como escreve o inspector, escapam à sua competência, pois serve hierarquicamente abaixo  do visado.


AMICUS ROMANIAE

José Preto, jurista da ACED, recebeu aos 28 de Fevereiro de 2011, no Instituto Cultural Romeno em Lisboa, o título de AMICUS ROMANIAE igualmente e na mesma altura atribuído a Lídia Jorge, ao Embaixador do Chile em Lisboa e ao Embaixador da República Moldova, entre outros. Na troca de palavras, o Director do Instituto sublinhou que José Preto é amigo antigo e isso era tão evidente que ninguém se tinha lembrado de lhe outorgar um título que todos lhe reconheciam. Reagindo, José Preto lembrou a primeira página do Diário Português de Mircea Eliade onde vem escrita a queixa de que a pobreza intelectual de Lisboa lhe embotava a sensibilidade. Acrescentou José Preto que se sente sofrer do mesmo embotamento, agradecendo assim e por isso a vivacidade da presença intelectual assegurada e traduzida na acção do Instituto Cultural Romeno.


Secções de Segurança condenadas no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem

Acórdão condenatório do Estado Português pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem sobre problema (Secções de Segurança) contra o qual a ACED se bateu neste e noutros casos.
 
   38. CASE OF STEGARESCU AND BAHRIN v. PORTUGAL

Ler AQUI informação para a imprensa sobre o assunto.


O Estado brasileiro mata muito

Lúcia Rodrigues é juiza e activista dos Direitos Humanos em S.Paulo. No dia da comemoração dos DH explica o seu interesse pelas mulheres presas e analisa questões de Direitos Humanos no seu país. Leia AQUI.


Espanha e DH de candeias às avessas

Em Espanha acontecem coisas inauditas numa base regular. a propósito da luta contra o terrorismo, da regulação dos imigrantes, as maiores barbaridades sucedem-se e nem o Alto Comissário para a prevenção da tortura da ONU tem sido ouvido por "nuestros hermanos".

O caso de Aminattou Haidar, activista dos direitos humanos e nacionalista saharaui, emboscada e sequestrada pelos governos marroquino e espanhol, é mais um triste exemplo da decadência dos melhores valores ocidentais.

sobre o caso leia AQUI o relatório jurídico da situação a 3 de Dezembro de 2009


 

Prisão perpétua em Espanha

Um relato de um caso de um preso sem crimes contra pessoas no cadastro que já passou a maior parte da vida preso e que está previsto jamais sair da cadeia. Leia AQUI


Haverá tortura sistemática em Portugal?

O caso de um casal espanhol preso preventivamente em Portugal, a quem foram recusados, na prática, meios de defesa, para o que concorreram tantas e diversas entidades, colocam a dúvida racional que formulámos  Leia mais AQUI.

As queixas de uso de medicação para provocar maus-tratos neste caso, embora noutros termos, são confirmadas pelo relatório do Comité para a Prevenção da Tortura do Conselho da Europa: leia AQUI.


Monsanto: um manco gigante

Apesar da falta de reacção das instituições do Estado português, em particular das que têm por função acompanhar e sancionar (aprovando ou contestando) o estado da justiça em Portugal, é evidente desde a sua inauguração que a prisão dita de Alta Segurança de Monsanto mais não é do que a cereja no cimo do bolo de uma política ilegal e securitária desenhada desde 2001 pelos sucessivos governos para governar as prisões.

O silêncio comprometido, acompanhado pela ignorância do que sejam os princípios dos Direitos Humanos e pelo atávico medo de confrontar as autoridades (temem-se-lhes os coices?) normalizou, a pouco e pouco, a situação especial das "alas de segurança" (onde falta principalmente a segurança) e da prisão (já apelidada de Guantanamo português). Chegou a altura em que as autoridades portuguesas deixaram de ter pudor de chamar as coisas pelo seu nome: Monsanto é, oficialmente, uma enorme cela disciplinar: Leia AQUI.


OCDE divulga convenção contra o suborno de agentes estrangeiros em transacções de negócios

Ler mais AQUI


Microship e políticas globais de controlo social

O governo dos EUA já começou a ofensiva para tornar obrigatório o implante do microchip. Eis o que já é obrigatório:

 - IMIGRANTES MEXICANOS SÃO OBRIGADOS PELAS AUTORIDADES DOS EUA A SEREM IMPLANTADOS COM O MICROCHIP;

- MAIS DE 16 HOSPITAIS DOS EUA OBRIGAM OS PACIENTES A SEREM IMPLANTADOS COM O MICROCHIP;

- DEZENAS DE EMPRESAS PRIVADAS ESTÃO A OBRIGAR OS SEUS TRABALHADORES A SEREM IMPLANTADOS COM O MICROCHIP;

- FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO GOVERNO FEDERAL DOS EUA JÁ ESTÃO A SER OBRIGADOS A SEREM IMPLANTADOS COM O MICROCHIP;

- VÁRIOS DEPARTAMENTOS DA POLÍCIA MEXICANA, IMPELIDOS POR ACORDOS DE FINANCIAMENTO COM O GOVERNO DOS EUA, OBRIGARAM CENTENAS DE POLÍCIAS A SEREM IMPLANTADOS COM O MICROCHIP;

E o microchip:

- É PRODUZIDO PELA VERICHIP, EMPRESA DO GRUPO IBM - A IBM PRODUZIU TAMBÉM OS CARTÕES DE IDENTIFICAÇÃO PARA O REGIME DE HITLER, IDENTIFICANDO OS PRISIONEIROS DOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO;

- O GOVERNO DOS EUA SUBSIDIOU A PRODUÇÃO DO MICROCHIP;

- O MICROCHIP LOCALIZA QUALQUER PESSOA EM TEMPO REAL E CONTÉM TODAS AS INFORMAÇÕES PESSOAIS SOBRE ELA;

- UMA VEZ IMPLANTADO NÃO PODE SER RETIRADO SEM O RISCO DE LESÕES GRAVES;

- TEM COMO FONTE DE ENERGIA UM SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE RADIAÇÕES ELECTROMAGNÉTICAS PRÓXIMAS (POR EXEMPLO DE ELECTRODOMÉSTICOS), O QUE SIGNIFICA QUE SE O PORTADOR ESTIVER MUITO PERTO DE UMA GRANDE FONTE DE RADIAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA (POR EXEMPLO CABOS DE ALTA TENSÃO), CORRE O RISCO DE SER QUEIMADO PELO MICROCHIP;

- TESTES CIENTÍFICOS INDEPENDENTES COMPROVAM QUE A LONGO PRAZO PODE CAUSAR CANCRO NO PORTADOR;

- RELATÓRIOS DA CIA E OUTROS SERVIÇOS SECRETOS DOS EUA FALAVAM HÁ ANOS NA NECESSIDADE DE USAR OS MEDIA PARA CONVENCER O PÚBLICO A ACEITAR OS IMPLANTES DO MICROCHIP, NOMEADAMENTE ATRAVÉS DA PROMOÇÃO DE POLÍTICAS DE INDUÇÃO DO MEDO (11 DE SETEMBRO, TERRORISMO, RAPTOS DE CRIANÇAS).

O site na Internet dum dos maiores movimentos internacionais de denúncia contra o microchip (WE THE PEOPLE WILL NOT BE CHIPPED), revela muitas mais informações preciosas. Em:

http://www.wethepeoplewillnotbechipped.com/

http://www.wethepeoplewillnotbechipped.com/phpfusion/viewpage.php?page_id=51

comentários do advogado Marcos Aragão Correia


Prisão de estudantes em Inglaterra por suspeita infundada de terrorismo

Lista de sugestões

Para melhorar a situação das cadeias actualmente, que se pode fazer, é a pergunta que nos foi lançada. Bom: começar por respeitar e cumprir a lei em vigor. seria um bom começo. outras sugestões AQUI


Prisão de estudantes em Inglaterra por suspeita infundada de terrorismo

Estudantes de origem argelina e paquistanesa foram presos por seis dias (sem acusação) por terem feito download de materiais de organizações terroristas para estudo, no âmbito dos respectivos mestrados. Saíram em liberdade sem acusação. Toda a história AQUI


Justiça para Joana e Madeleine

Hotel Tivoli Lagos

Lagos, 3 de Maio, Sábado, 14:30

Os esforços investidos na tortura para incriminar culpados não fazem justiça, nem permitem concentrarmo-nos na compreensão do que sejam as causas do desaparecimento de crianças. Ler mais


Relatórios ACED sobre torturas a Leonor e João Cipriano

 

Na qualidade de jurista da ACED, Dr. Marcos Aragão Correia inquiriu o caso das alegações de tortura a Leonor Cipriano pela Policia Judiciária. Concluiu, como é do domínio público, pela existência de vários sinais e testemunhas da brutalidade e irracionalidade dos métodos de investigação admitidos nesta polícia. Ler relatório AQUI

No fim do mesmo mês de Abril de 2008 Dr. José Preto, também jurista da ACED, acompanhou o jurista acima citado junto de João Cipriano, de que resultou este relatório AQUI.


Resposta a queixa crime contra denúncias de práticas condenáveis nas prisões portuguesas

O Ministério Público e juízes de instrução entenderam dever perseguir dois membros da ACED através de processos crimes.

O advogado José Preto organiza a defesa de um dos processos da maneira que se recomenda a maior atenção.

para mais informações ler AQUI


Das possibilidades de inculpar a administração norte-americana de crimes contra os direitos humanos

Isso mesmo é discutido num artigo da revista online Alternet.


 

 

 

 

 

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SOS Prisões


Campanha contra excesso de vigilância por parte dos Estados e das empresas

acção 11 /9/ 2010


Campanha Global pela Liberdade de expressão


Justiça para Joana e Madeleine

Lagos, 3 de Maio, Sábado, 14:30

 

 

 

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